Revelação de Deus
O principio das dores.
Lucas 21.
As guerras no mundo.
Profecias de Cristo que revelão o tempo de sua
chegada a terra para arrebatamento dos escolhidos.
E perguntaram-lhe, dizendo:
Mestre, quando serão, pois, estas coisas?
E que sinal haverá quando isto estiver para acontecer?
Disse então ele:
Vede não vos enganem, porque virão muitos em meu nome,
dizendo:
Sou eu, e o tempo está próximo.
Não vades, portanto, após eles.
E, quando ouvirdes de guerras e sedições, não vos assusteis.
Porque é necessário que isto aconteça primeiro, mas o fim não
será logo.
Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não hão de
passar.
Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos
por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e
de estar em pé diante do Filho do homem.
Primeira Guerra Mundial
Ver artigo
principal: Primeira Guerra Mundial
A Primeira Guerra Mundial também conhecida como Grande Guerra
antes de 1939, Guerra das Guerras ou ainda como a Última Guerra
Feudal foi um conflito mundial ocorrido entre 28 de Julho de 1914 e
11 de Novembro de 1918.
A guerra ocorreu entre a Tríplice Entente - liderada pelo Império
Britânico, França, Império Russo (até 1917) e Estados Unidos
(a partir de 1917) - que derrotou a Tríplice Aliança
liderada pelo Império Alemão, Império Austro-Húngaro e Império
Turco-Otomano, e causou o colapso de quatro impérios e mudou de
forma radical o mapa geo-político da Europa e do Médio Oriente.
No início da guerra (1914), a Itália era aliada dos Impérios Centrais
na Tríplice Aliança, mas, considerando que a aliança tinha carácter
defensivo (e a guerra havia sido declarada pela Áustria) e a Itália não
havia sido preventivamente consultada sobre a declaração de guerra, o
governo italiano afirmou não sentir vinculado à aliança e que,
portanto, permaneceria neutro. Mais tarde, as pressões diplomáticas
da Grã-Bretanha e da França a fizeram firmar em 26 de abril de
1915 um pacto secreto contra o aliado austríaco, chamado Pacto de
Londres, no qual a Itália se empenharia a entrar em guerra em um mês
em troca de algumas conquistas territoriais que obtivesse ao fim da
guerra: o Trentino, o Tirol Meridional, Trieste, Gorizia, Ístria
(com exceção da cidade de Fiume), parte da Dalmácia, um protetorado
sobre a Albânia, sobre algumas ilhas do Dodecaneso e alguns
territórios do Império Turco, além de uma expansão das colônias
africanas, às custas da Alemanha
(a Itália já possuía na África: a Líbia, a Somália e a Eritreia).
O não-cumprimento das promessas feitas à Itália foi um dos fatores
que a levaram a aliar-se ao Eixo na Segunda Guerra Mundial.
Em 1917, a Rússia abandonou a guerra em razão do início da
No mesmo ano, os Estados Unidos, que até então só participavam da
guerra como fornecedores, ao ver os seus investimentos em perigo,
entram militarmente no conflito, mudando totalmente o destino da
guerra e garantindo a vitória da Tríplice Entente.
Segunda Guerra Mundial

foi um conflito militar global que durou de 1939 a 1945, envolvendo a
maioria das nações do mundo – incluindo todas as grandes potências –
organizadas em duas alianças militares opostas: os Aliados e o Eixo.
Foi a guerra mais abrangente da história, com mais de 100 milhões de
militares mobilizados.
Em estado de "guerra total", os principais envolvidos dedicaram toda
sua capacidade econômica, industrial e científica a serviço dos
esforços de guerra, deixando de lado a distinção entre recursos civis
e militares.
Marcado por um número significante de ataques contra civis, incluindo
o Holocausto e a única vez em que armas nucleares foram utilizadas
em combate, foi o conflito mais letal da história da humanidade, com
mais de setenta milhões de mortos.[1]
Geralmente considera-se o ponto inicial da guerra como sendo a
invasão da Polônia pela Alemanha Nazista em 1 de setembro de 1939 e
subsequentes declarações de guerra contra a Alemanha pela França e
pela maioria dos países do Império Britânico e do Commonwealth.
Alguns países já estavam em guerra nesta época, como Etiópia e Reino
de Itália na Segunda Guerra Ítalo-Etíope e China e Japão na Segunda
Guerra Sino-Japonesa.
Muitos dos que não se envolveram inicialmente acabaram aderindo ao
conflito em resposta a eventos como a invasão da União Soviética
pelos alemães e os ataques japoneses contra as forças dos Estados
Unidos no Pacífico em Pearl Harbor e em colônias ultramarítimas
britânicas, que resultou em declarações de guerra contra o Japão
pelos EUA, Países Baixos e o Commonwealth Britânico.
A guerra terminou com a vitória dos Aliados em 1945, alterando
significativamente o alinhamento político e a estrutura social mundial.
Enquanto a Organização das Nações Unidas era estabelecida para
estimular a cooperação global e evitar futuros conflitos, a União
Soviética e os Estados Unidos emergiam como superpotências rivais,
preparando o terreno para uma Guerra Fria que se estenderia pelos
próximos quarenta e seis anos.
Nesse interim, a aceitação do princípio de autodeterminação acelerou
movimentos de descolonização na Ásia e na África, enquanto a Europa
ocidental dava início a um movimento de recuperação econômica e
Guerra Civil Espanhola
Invasão japonesa da China
A guerra sino-japonesa divide-se em dois grandes períodos: o primeiro
deles, denominado de período crítico, teve seu início em julho de 1937
quando os nipônicos lançam sua ofensiva-relâmpago sobre as
províncias do Norte e Leste
(Hopei, Shantung, Shanxi, Chamar e Suyan)
com o objetivo de separá-las da China, seguindo os ditames do
Numa audaciosa operação de desembarque, ocuparam mais ao sul
Cantão, uns anos depois Hong Kong (que era colônia inglesa) e partes
de Macau, nomeadamente Lapa, Dom João e Montanha.
Os invasores tiveram seu caminho facilitado por encontrarem pela
frente uma China politicamente desorganizada, onde a rivalidade
militar entre nacionalistas e comunistas havia sido suspensa a contra
gosto, vendo-se ainda subdividida em várias "autoridades locais", que
se mostraram relutantes em oferecer-lhes uma resistência efetiva e
coerente.
Mesmo assim Chiang Kai-shek e Mao Tse-tung assinam um acordo em
22 de setembro de 1937, pelo qual os comunistas abandonam seu
projeto de um governo revolucionário e passavam a designar sua área
de domínio como Governo Autônomo da Região Fronteiriça, enquanto o
Exército Vermelho mudou seu nome para ser o Exército Revolucionário
Nacional, renunciando a insurgir-se contra o governo de
Chiang Kai-shek que, pelo seu lado, comprometeu-se a suspender as
operações anticomunistas.
A estratégia japonesa baseava-se em sua mobilidade, fruto do
desenvolvimento industrial do país. A ofensiva-relâmpago deles
rapidamente ocupou Pequim em 8 de agosto de 1937, em seguida
capitularam Tientsin e Shangai.
Depois de quebrarem a encarniçada resistência das tropas chinesas,
que lhes resistiram por três meses numa batalha nas ruas de Shangai,
os japoneses marcharam para dentro do continente e, logo depois, em
13 de dezembro de 1937 entram em Nanquim.
Nanquim era a antiga capital imperial, e também ex-sede do governo
nacionalista de Chiang Kai-shek.
Os soldados japoneses sob o comando do general Iwane Matsui
realizaram a partir de dezembro de 1937 a invasão de Nanquim, onde
a população foi submetida à mais extrema barbaridade.
Um ano depois de terem tomado a ofensiva, os nipônicos controlam
amplas margens do mar da China, ocupando uma boa parte da costa, na
tentativa de isolar o país de qualquer auxílio ocidental.
Apesar das simpatias americanas e britânicas se inclinarem para os
chineses, devido à rivalidade colonial que tinham com os nipônicos pela
hegemonia sobre a Ásia, nada de prático foi feito para ajudá-los.
Este período de seguidos triunfos japoneses chegou ao seu clímax com
a invasão de outras partes da Ásia pelo Exército e pela Marinha
Imperial (Indochina, Indonésia, Malásia, Filipinas e Birmânia), seguida
da desastrosa decisão do Micado de estender a guerra aos Estados
Unidos.
Desenvolvimento tecnológico para o fim da
humanidade.
A visão da terceira guerra mundial.
A tecnologia bélica evoluiu rapidamente durante a Segunda Guerra
Mundial e foi crucial para determinar o rumo da guerra.
Algumas das principais tecnologias foram usadas pela primeira vez,
como as bombas nucleares, o radar, sistemas de comunicação por
micro-ondas, o fuzil mais rápido, os mísseis balísticos e os
processadores analógicos de dados (computadores primitivos).
Enormes avanços foram feitos em aeronaves,
navios, submarinos e tanques.
































